Rafa Brites responde a críticas sobre diagnóstico de lipedema

Rafa Brites, aos 39 anos, recorreu às redes sociais nesta quinta-feira (12/2) para esclarecer algumas críticas que surgiram após revelar seu diagnóstico de lipedema na segunda-feira passada. A apresentadora ficou incomodada com os comentários que duvidavam de sua condição por ela ser magra.

Ela declarou que o vídeo sobre lipedema foi amplamente compartilhado, o que considera positivo. No entanto, muitos internautas questionaram a gravidade da sua situação, sem levar em conta que um corpo magro também pode ter problemas de saúde. “É preocupante ver como nossa sociedade ainda pensa assim. Por que é tão comum achar que quem é magro está sempre saudável?”, comentou Rafa.

### Como Chegou ao Diagnóstico

Em resposta a essas mensagens, Rafa compartilhou o processo detalhado que seguiu para obter o diagnóstico. “Se estou dizendo que sou diagnosticada com lipedema, isso não é algo que tirei da cabeça. Consultei um dos melhores médicos vascular de São Paulo”, destacou.

A apresentadora explicou que a avaliação envolveu vários exames, incluindo um ultrassom que levou mais de duas horas. “O médico não simplesmente olhou e disse: ‘Você tem lipedema’. Fiz um mapeamento minucioso das minhas pernas”, contou.

Ela também mencionou que durante as consultas, outros problemas vasculares foram identificados. Rafa teve que começar a usar meias de compressão devido a riscos de trombose, algo que requer cuidado constante.

### Questões de Saúde desde o Nascimento

Rafa relembrou que nasceu com complicações no sistema linfático e precisou passar por uma cirurgia quando ainda era um bebê. “Fui operada aos seis meses, imagina só a preocupação da minha mãe naqueles momentos”, disse, refletindo sobre a experiência.

A influenciadora afirmou que leva muito a sério tudo que publica. “Estou na carreira há 15 anos! Jamais falaria de um autodiagnóstico ou baseado em algo que li por aí sem a devida credibilidade”, destacou Rafa.

### A Realidade da Magreza

Para finalizar, Rafa abordou a ideia errônea de que ser magra significa estar saudável. “A pessoa pode estar magra, mas isso não vale de nada se a saúde não está em dia. Tem quem use Ozempic ou outras medicações, mas e a saúde interna? Ninguém se preocupa com isso”, ressaltou. Ela deixou claro que é importante desconstruir essa relação automática entre magreza e saúde, argumentando que pensar assim é um equívoco.

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