Prótese de silicone: como escolher o tamanho ideal para cada biotipo

Hoje em dia, muitas mulheres têm recorrido à colocação de próteses de silicone para dar um up na estética e melhorar a autoestima. Mas, ao contrário do que muitos pensam, não existe uma regra única para escolher o volume ideal. É fundamental considerar características pessoais, como altura, peso, largura do tórax e a quantidade de tecido mamário já existente. Vamos explorar mais sobre esse assunto!

Apesar das dúvidas em relação ao tamanho e à proporção, a mamoplastia de aumento continua sendo uma das cirurgias plásticas mais procuradas no Brasil e no mundo. Essa popularidade destaca a importância de se discutir a escolha da prótese de maneira personalizada e segura. Muitas mulheres buscam um resultado que realce a beleza, mantendo uma aparência natural e confortável.

O Tamanho Ideal da Prótese

Em geral, cirurgiões costumam usar algumas médias como referência. Por exemplo, mulheres que pesam até 55 kg frequentemente optam por próteses que variam de 200 a 280 ml. Já aquelas entre 55 kg e 70 kg costumam escolher entre 280 e 350 ml. Para as mais altas ou com biotipos maiores, 350 ml ou mais podem ser mais adequados. O importante é sempre passar por uma avaliação personalizada para garantir proporcionalidade e um resultado natural.

O cirurgião plástico Tulio Carneiro destaca que não existe um número que sirva para todas. “Cada corpo é único. Avaliamos altura, peso, proporção do tronco, elasticidade da pele e a base mamária antes de decidirmos o tamanho”, explica. E ele continua: um volume de 350 ml em alguém de 1,75m terá um impacto muito diferente do mesmo tamanho em quem mede 1,55m.

Fatores que Influenciam no Resultado

Além do tamanho escolhido, outros aspectos têm grande influência no resultado final. O perfil da prótese (baixo, moderado ou alto), o formato (redondo ou anatômico) e a largura da base mamária são pontos essenciais a serem considerados. Às vezes, ajustar apenas o perfil da prótese pode mudar totalmente o efeito visual, sem precisar aumentar o volume.

A cirurgiã Carine Barreto complementa que o peso é só um dos critérios a serem avaliados. “Não dá para escolher o volume só olhando na balança. Precisamos também observar altura, largura do tórax e estilo de vida. Duas mulheres com o mesmo peso podem precisar de volumes diferentes para manter a naturalidade e o equilíbrio”, afirma.

Mudanças na Mentalidade e Exemplos da Fama

Muitas mulheres têm se arrependido de exageros na escolha das próteses. Optar por tamanhos muito grandes pode causar desconforto, afetar a postura e levar a flacidez precoce. Hoje, a tendência é buscar resultados que harmonizem com o corpo ao longo do tempo, em vez de focar apenas em um efeito imediato.

Esse novo olhar também é visível entre as celebridades. A atriz Pamela Anderson, por exemplo, retirou suas próteses e adotou um visual mais natural. Já a influenciadora Juju Salimeni revelou ter reduzido o volume dos seios para alinhar sua estética ao estilo de vida atual. Essa busca por conforto e proporção tem ganhado espaço.

Um estudo recente mostrou que alinhar as expectativas com a anatomia real do corpo é crucial para a satisfação com o resultado. Quando a escolha é feita somente com base em tendências ou exageros, a probabilidade de querer cirurgias de revisão ou redução no futuro aumenta.

Atualmente, o foco na escolha do silicone vai muito além de apenas números. O que vale é encontrar o que realmente combina com cada corpo, sempre com a orientação de um profissional qualificado. Com uma avaliação individualizada, é possível chegar a um resultado equilibrado, natural e que traga satisfação ao longo dos anos.

Algumas celebridades têm optado pelo explante do silicone em busca de um corpo mais natural. A atriz Carolina Dieckmann, por exemplo, retirou suas próteses em 2022, sentindo que já não se reconhecia mais. Manu Gavassi também fez o mesmo. Aos 24 anos, colocou silicone, mas, anos depois, decidiu tirar. “Eu nunca me senti bem com isso. Agora, mais velha, tirei e me sinto superbem”, contou.

O importante é lembrar que cada história é única, e o que conta é a busca pela autoestima e pelo bem-estar de forma saudável e equilibrada.

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