Advogada indica ao ex-goleiro Bruno evitar encontro com Bruninho
Mariana compartilhou que a ideia de reunir as partes veio de Maria do Carmo, que além de madrinha de Bruninho, também é sua advogada. Ela estabeleceu algumas condições, como a presença apenas dela própria, da avó de Bruninho e do jogador. “Quando o Bruno me contou sobre isso, eu avisei que o ideal seria ele não ir. Ele ainda está cumprindo pena e precisaria de uma autorização do juiz para comparecer. Teríamos que verificar as condições impostas e isso envolve processos legais que precisam ser respeitados. Além disso, Maria do Carmo proibiu rigorosamente a presença de um advogado, que sou eu, e da esposa do Bruno”, explicou a advogada.
A defesa do jogador mencionou que a madrinha tinha a intenção de registrar o encontro e depois divulgar isso: “Ela afirmou que a Ingrid não gosta do Bruninho, o que é um grande erro. Ela foi muito rude. Tentou provocar a Ingrid, fazendo uma comparação inadequada sobre filhos homens e o fato de ela ter apenas meninas. Essa atitude é bastante baixa. O que percebemos é que elas queriam, de fato, fazer um encontro filmado para vender uma matéria”, revelou Mariana.
“Eu mantive a decisão de que ele não deveria comparecer. Falei com o Bruno: ‘Não vai dar tempo de solicitar autorização do juiz’. O encontro não seria em um local público ou seguro e não sabemos quais eram as intenções delas. Por isso, a defesa decidiu que o melhor seria ele não ir”, continuou a advogada, que depois soube que o encontro poderia ser no Maracanã, com a presença da imprensa.
Sobre os atrasos nos pagamentos de pensão, Migliorini explicou que isso se deve à dificuldade do atleta em encontrar trabalho após a saída da prisão. “Sim, há uma pendência de pensão alimentícia. O Bruno está enfrentando muitos desafios para conseguir emprego, mas estamos confiantes de que isso será resolvido em breve. Queremos que o Bruninho tenha todo o apoio que merece e que todas as mulheres sejam respeitadas. O Bruno realmente mudou muito. Passamos bastante tempo conversando, buscando que ele tenha tranquilidade e consiga seguir sua vida. É importante lembrar que no Brasil não existe pena de morte nem prisão perpétua. A pena aplicada é a que ele cumpriu, e temos que aceitar isso”, completou Mariana.
